Nossa história

Nossa história

O Centro de Documentação e Memória (CDM) “Maria Ângela Gomes Moretzsohn” é uma instituição que se dedica à preservação e disseminação do legado histórico e cultural, com foco na história da psicanálise em São Paulo, no Brasil e no mundo. Oferece um espaço de recepção e preservação de itens documentais e de fomento à reflexão e às ações de pesquisa, ensino e extensão, ampliando a relação entre a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e a sociedade
em geral.

A história do CDM está intrinsecamente ligada à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, a primeira sociedade psicanalítica da América Latina, fundada em 24 de novembro de 1927. A SBPSP, reconhecida pela Associação Psicanalítica Internacional e membro da Federação Psicanalítica da América Latina e da Federação Brasileira de Psicanálise, é hoje um
dos principais centros de formação da área, com reconhecimento nacional e internacional.

Ciente da importância de seu papel formador, a SBPSP valoriza sua própria história e a daqueles que a construíram. Assim, desde os anos 2000, passou a contar com uma área especializada dedicada à guarda e preservação de seu legado. Inicialmente, essa área foi denominada Divisão de Documentação e Pesquisa da História da Psicanálise (DDPHP).

Nos anos 2000, o DDPHP deu apoio à curadoria da exposição “Brasil, Psicanálise e Modernismo”, paralela à mostra ”Freud: Conflito e Cultura”, no Museu de Arte de São Paulo. Essa mostra exigiu uma ampla investigação sobre a entrada das primeiras ideias psicanalíticas em São Paulo e no Brasil. O sucesso de público e crítica dessa exposição confirmou a necessidade de mantermos um espaço para guardar essas histórias, que se entrelaçavam com a própria história da Psicanálise e da SBPSP.

Desde então, a DDPHP passou a resgatar, organizar e manter conjuntos de documentos relacionados ao histórico da Sociedade e da Psicanálise.

A divisão abriga a documentação da SBPSP, além de arquivos pessoais de vários de seus fundadores e contemporâneos. Seu acervo é predominantemente composto por arquivos pessoais, que incluem múltiplas tipologias documentais como fotografias, cadernos, boletins, entrevistas, artigos, cartas, obras de arte, objetos pessoais e livros.

Em vinte anos de existência, a DDPHP recebeu fundos e coleções e a ampliação de seu acervo trouxe novas demandas, exigindo especialização. Em 2020 a Divisão foi reconfigurada, passando a se chamar Centro de Documentação e Memória (CDM). E em homenagem à significativa atuação de sua coordenadora, foi rebatizado como Centro de Documentação e Memória “Maria Ângela Gomes Moretzsohn”.

Objetivos

Objetivos

O CDM tem como objetivos receber, preservar, organizar e disponibilizar para consulta ao público interno e externo da SBPSP, conjuntos documentais relacionados à história da SBPSP e da Psicanálise em São Paulo, no Brasil e no mundo. Além disso, desenvolve atividades relativas à produção, preservação, divulgação e discussão da memória da SBPSP e da história da
Psicanálise, promovendo e integrando estudos e pesquisas, e constituindo um espaço de reflexão e produção de conhecimento nesse campo.

Como atividades complementares, o CDM promove a difusão da memória histórica, presta assessoria a projetos ligados à memória histórica, estabelece uma política cultural vinculada à recuperação da memória da SBPSP e da Psicanálise em São Paulo e no Brasil, organiza eventos acadêmicos voltados à preservação da memória nas áreas da Ciência da Informação, Ciências Humanas em geral, Patrimônio e Memória, realiza pesquisas próprias e/ou em parceria com outras áreas da SBPSP, e atua como referência cultural e social da história e memória da Psicanálise em São Paulo e no Brasil.

Reflexões sobre história, memória e conservação

Reflexões sobre história, memória e conservação

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Documentos

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“Que a Sociedade Brasileira de Psicanálise tenha uma vida útil e fecunda”: Carta de Durval Marcondes a Sigmund Freud, 1927

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“Onde se deve aplicar a psicanálise para provar sua eficácia é nas neuroses”: Carta de Franco da Rocha a Durval Marcondes, 15 de agosto de 1930

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“Grupo Psicanalítico Brasileiro reconhecido pela International Psychoanalytical Association”: Carta de Ernest Jones a Adelheid Koch, 9 de dezembro de 1943

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Carta-convite de Melanie Klein a Virgínia Bicudo, 1 de junho de 1956

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Impressões do Congresso de Amsterdã no qual houve o reconhecimento oficial definitivo da nossa sociedade: Carta de Lygia Alcântara do Amaral a Durval Marcondes, 20 de agosto de 1951

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Carta de Sigmund Freud para Durval Marcondes, 27 de junho de 1928

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